21 outubro 2002

BAGÉ, UM SÁBADO À NOITE


Bagé City. Noite de sábado, por volta das 20h00min, e o prenúncio de maior agito que se pode ter é o Itaporã Center. Somente prenúncio [segundo incentivo dos tios bageenses, lógico:"Vocês tem que dar um passeio na Sete - Sete de Setembro -. Lá é que tá o agito da noite de Bagé!"] Tirando os agitadores políticos de Tarso e do Rizotto que sacudiam m suas bandeiras freneticamente pela rua, ao som dos jingles marketeiros, o agito, na realidade, se resumia a UM bar muito fubeca no "shopping" inteiro, onde meia dúzia de magais bageenses se dedicava ao consumo da ceva COLÔNIA [sem nenhum tipo de folgada nos bageenses, eu mesmo sou quase que um bageense honorário, mas quem é da cidade, ou, ao menos a conhece, e com certeza, conhece o Iporã Center sabe do que eu estou falando...]e a um comitê do RIZOTTO, onde uma tia de CABELO ALOIRADO comia um Creps Suzetee articulava estratégias infalíveis de campanha. Bah, a tia deu a deixa da noite, e lá fomos nós atrás de um Creps na noite bageense. Não foi muito difícil de achar, pois o creps se encontrava NO OUTRO bar aberto na Sete de Setembro [tirando uma sorveteria - a tradicional TAMYS e uma pizzaria e, lógico,o clube CAIXERAL, da nata rural burguesa, as opções não era maiores.]. Este misto de bar-lancheria-ponto de venda de creps-doceria nos forneceu aquele creps amigo por UM REAL, coisa praticamente não encontrável na honorável Porto Alegre.E foi neste bar que vimos o panfleto anunciando o show da "Banda Oficial da Dado Bier, Black Master", na New Republic, naquela mesma noite, onde "as mulheres não pagam". Precisávamos conhecer a New Republic. E fomos nós, eu, a minha guria, meu irmão, e a guria dele para o que devia ser o "point" principal de Bagé. Pasamos na frente, conferimos o espaço mas é lógico que eu não ia pra Bagé pra passar a noite de sábado curtindo Black Master. E voltamos pra casa do võ.