28 fevereiro 2003

AH, O CARNAVAL


Mas, entonces, sexta-feira, final de expediente [arrastadíssimo durante a semana inteira...] e finalmente é quase CARNAVAL!! Ahá! Vamos pegar as perucas amarelas black power e sair pelas ruas a cantar Mamãe eu quero, Olha a Cabeleira do Zezé e todos estes sucessos incríveis e irresistíveis que somente um momento de tamanha conjuntura popular como o Carnaval - ah, o Carnaval... - é capaz de proporcionar. Emoções à grande, os tempos não são de violência e o Carnaval ainda é uma festa popular onde o que vale é a alegria e nada se tornou um grande conglomerado de atitudes de compra e venda e de sexualidade exacerbada! Isto é para os críticos e intelectualóides de plantão, estes que estão sempre de mau humor! Afinal, para quê mal humor, se é Carnaval! Tá desempregado? Para que chorar? Junta vinte e cinco pila [deve ser esse o valor] e compra o teu ingresso para assistir os desfiles destas grandes escolas de samba direto da avenida! Quer divertimento maior do que este? Esqueçamos todos os problemas, as agruras que são fruto das más línguas e das energias negativas e vamos cair na folia de momo, no braço das alegres senhoras de moral duvidosa e seios fartos! Ah, a putaria! Quem vive sem ela? Ainda mais se é Carnaval!!