26 abril 2003

Os meus insistentes vagares pelos filmes românticos que baixam por aqui têm servido para pelo menos alguma coisa: produzir alguns textinhos interessantes onde pelo menos posso analisar a falta de originalidade no roteiro destas pecinhas de amor. As coisas se repetem à grande, e o lance é previsível, mas rende ao menos bons momentinhos de riso de canto de boca junto com a menininha querida do lado. A minha última incursão pelo gênero está devidamente registrada no texto desta semana na minha coluna no E-Opinião. Dá um bico lá.