23 junho 2003

Ah, sim. Não consegui, ainda, assistir a Matrix. Me atrapalhei nos horários de programação, e quando eu saí do O Homem... já não havia mais sessão para o filme. O lance é que o O Homem que Copiava valeu pelo final de semana, já. Sem aquele enaltecimento típico de "viva o renascimento do cinema nacional!", o fato é que o filme realmente surpreende por um enredo muuuito ágil e esperto, e ambientações tão verossímeis, junto de personagens realmente vivos, que dá gosto pela seriedade de produção que existe por aqui. Com Porto Alegre, no entanto, sou bem bairrista, e é extremamente massa saber que é produção de uma produtora baseada aqui e identificar as locações de lugares pelos quais já passei. Bom, este é o contexto pessoal da vivência cinematográfica que me passou, por que do ponto de vista de uma análise fílmica mais detalhado, fica esperto, que semana que vem vou publicar uma crítica bacanuda lá no Digestivo Cultural.