16 junho 2003

Ando me dedicando à práticas assustadoras de freqüência cinematográfica: sábado, como bom fã de filmes de terror e quejandos, que sou, fui assistir à Premonição 2. Sim, eu sei: da linha Pânico e todas estas babogeiras do gênero altamente presumível e comercial dos filmes de horror. O problema é que este filme é absolutamente competente no que se presta - entenda-se, por aí, bons sustos, boas mortes e atores convicentes. Trama mais boba, impossível: pessoas que "enganam" a morte (ou seja, escapam de morrer na data que deveriam), descobrem que a morte continua atrás deles e devem fazer o quê? Sim, encontrar uma maneira de fugir dos desígnios macabros da dona Encapuzada. Para que tal feito se concretize, não é preciso esclarecer toda a "lógica" coerente que os desafortunados descobrem ser possíveis para enganar a véia com seu foice: coisas como ordem de quem deveria morrer primeiro mas não morreu, bebê que nascerá e salvará a todos e coisas desta estirpe aí. Bom divertimento compromissado. Como foi isto que eu busquei, foi o que encontrei.