06 outubro 2003

Ah, os doces benefícios da invenção do DivX! Graças a este docinho, não preciso mais gastar somas consideráveis em salas de cinema nem em aluguéis onerosos de DVD's. Lógico que, volta e meia, sempre acabo fazendo os dois, por que a experiência proporcionada por tais, ainda é distante da felicidade retumbante que é assistir a um filmezito em wide screen em uma tela de 15 polegadas. Não, eu não tenho placa de TV.

Para falar a verdade, é uma certa onda o comentário acima. O que é bacana, para um cinéfilo como eu, é conseguir angariar perolazinhas do cinema que provavelmente não passarão pela provinciana e mui amada Porto Alegre, ou conseguir assistir antes a estas pequenas preciosidades.

Assim, títulos tão pouco venerados pelo cinema comercial, como Donnie Darko, acabo trazendo para minha pequena CDteca de deliciosos DivX. E continuo assistindo, também, por um preço barato, já que meu fornecedor - não, eu não tenho acesso rápido - me cobra simbólicos preços de custos pela gostosura de alguns filminhos. Alguns títulos que seriam mais ou menos interessante ter a certeza de sua validade enquanto obra, acabam passando pela tela do meu monitor, então, como aquele teste drive amigo antes de dizer bah, que filme bacana.

A preferência são para as pecinhas européias, filmezitos esquisóides de todos os formatos, coisas que acabam ficando - quando vêm para cá - muito pouco tempo em cartaz, ou em pagos muito distantes ou mui frescurosos bragarái.

Ainda que leitores mais moralmente militantes queiram discutir a legitimidade do ato da pirataria desenfreada, confesso que não quero me adentrar em tais questões.