12 novembro 2003

Zuenir Ventura se derrete em elogios aqui por Porto Alegre. Quem vem tem as mesmas impressões: capital da cultura, cidade com maior qualidade de vida, mais arborizada, leitores por todos os cantos. Zuenir não foi diferente. Recebido por Luis Fernando Verissimo enquanto participava da feira do livro, apaixonou-se pelos jacarandás roxos que colorem a Praça da Matriz. Um trecho do seu texto:
Alguém já escreveu que em Porto Alegre “não basta para a pessoa ser cineasta. Ela precisa ser cineasta e escritor. Não basta ser advogado, médico, cozinheiro, jornalista. Não importa a ocupação. De um jeito ou de outro os porto-alegrenses têm de escrever. O resultado é uma avalanche de textos ruins”. É provável que haja uma “avalanche de textos ruins” em meio a uma quantidade tão grande de autores. Mas é assim mesmo. O que surgiu de bom já valeu a pena.
A pertinência chega a me comover. Mais, por aqui.