12 novembro 2004

Este blog tem sido abastecido quase tão-somente de ficção e comentários ocasionais sobre filmes e literatura, que pouco sobre meus projetos tenho colocado aqui. Tanto que, sem mágoa alguma, lógico, acabei esquecendo de falar a respeito dos vencedores da Bolsa Vivo/Flip. Não, infelizmente eu não ganhei. Ganhou gente boa aí, que vai cometer bons romances. Eis o clipping:

Retirado do PublishNews - 27/10/2004
"Chegou ao final o processo que escolheu os dois ganhadores das bolsas FLIP de criação literária promovidas pela Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) com patrocínio da Vivo. Os vencedores foram o carioca Antonio Dutra e a mineira Christiane Tassis, escolhidos por um júri composto por Sérgio Sant'Anna, Maria Esther Maciel e Manuel da Costa Pinto. 'Veredas da Literatura' é o nome do projeto que reuniu pela primeira vez uma trupe de aproximadamente 60 autores inéditos, vindos de diversas partes do país, durante três dias da FLIP (dias 8, 9 e 10 de julho) para uma oficina literária que este ano contou com a participação do escritor Milton Hatoum. Além de promover o encontro desses novos autores com escritores consagrados, a iniciativa tem por objetivo principal revelar novos talentos literários e contribuir para a publicação de seus livros. Para tanto, os dois vencedores ganham uma bolsa de R$ 12 mil, pagas em oito meses, tempo que terão para finalizar seus projetos e, se possível, publicar em prazo factível para um possível lançamento na próxima FLIP, quando participarão ativamente da Festa como convidados. Para garantir a total independência do resultado, o júri em momento algum teve acesso aos nomes dos candidatos. As editoras interessadas na publicação dos dois autores devem procurá-los diretamente ou, se preferirem, entrar em contato com a diretoria da FLIP ou com a Comissão Organizadora da oficina Veredas da Literatura. Os organizadores ressaltam que os autores terão total liberdade para escolher as editoras de sua preferência."

E, infelizmente o meu Festa em Família não receberá patrocínio para vir ao mundo, mas virá assim mesmo, por que quer nascer mesmo que a família seja pobre e tenha poucas condições de sustento.

E, depois, como o lance é auto-sustentabilidade, tem um projeto tão mais bacana rolando com uns amigos do Rio, Sampa e BH que o resto é o resto. Eis que uma nova casa editorial surgirá nestes pagos brasileiros.

Literatura para esquentar cabeças. Fiquem atentos.