28 dezembro 2007

O inferno! O inferno!

Porto Alegre não é a filial do inferno. É o próprio inferno. O concreto arde sob um sol causticante que eleva a temperatura de mais de 35º C. Não sendo um privilegiado a refrescar-me no mar do litoral, amargo dias de sofrimento, tomo três banhos gelados por dia, consumindo água desesperadamente e nenhum destes paliativos é o suficiente para aplacar o calor maldito. Nosso dias estão contados. O planeta ruma, célere, para o superaquecimento e este verão deve durar até meado de junho. Quem ainda planeja ter filhos em um futuro com os dias contados? É o fim dos tempos.